Mostrando postagens com marcador Comandantes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comandantes. Mostrar todas as postagens

7 de julho de 2010

COMANDANTES - 6ª Edição


Boa noite a todos. Hoje apresentarei o Comandantes – 6ª Edição. Nesta edição falarei de um técnico que possui um grande conhecimento da parte teórica e da história do futebol, porém ultimamente as seleções nas quais comandou não obteve o resultado esperado, mais precisamente nas Copas de 2006, onde comandou a seleção brasileira, e 2010, sendo técnico da África do Sul. Mas, alguns títulos muito importantes iluminam seu passado, como Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, a última edição do torneio Rio - São Paulo, e o mais especial de todos, a Copa do Mundo de 1994. Este é Carlos Alberto Parreira.


Parreira nasceu no Rio de Janeiro no dia 27 de Fevereiro de 1943 e trabalhou com várias equipes, entre elas o Fluminense, a Seleção Brasileira, o Valencia, o Fenerbahce, o São Paulo, o Atlético Mineiro, o Santos, o Corinthians, e recentemente a seleção da África do Sul. Parreira conseguiu com esses times títulos que engrandecem sua carreira, como por exemplo: Campeonato Brasileiro de 1984 (Fluminense), Copa do Mundo de 1994 (Seleção Brasileira), Copa América de 2004 (Seleção Brasileira), Copa do Brasil de 2002 (Corinthians) e Torneio Rio-São Paulo de 2002 (Corinthians).


Copa de 1994

Nesta Copa, Parreira levou o Brasil ao tetracampeonato, com grandes jogadores, em uma época que estavam em suas melhores fases. Romário, que acabava de ganhar o prêmio da Bola de Ouro, e Bebeto que fazia dupla com o baixinho, eram os destaques. Os dois fizeram grandes gols em favor da nossa seleção. O time por melhor que fosse foi para a Copa de 94 desacreditado pela difícil campanha que quase custou a eliminação nas Eliminatórias. Jogando um futebol burocrático, porém consistente em seu sistema de marcação e obediência tática, o Brasil conseguiu o caneco. Nesta Copa a seleção havia caído no Grupo B, onde estavam Suécia, Camarões e Rússia.

Apesar dos difíceis oponentes, o Brasil começou bem a Copa, onde jogou contra a Rússia e venceu por 2X0, em uma partida relativamente fácil. Depois jogou contra Camarões e também não teve problemas, vencendo por 3X0. Mas contra a Suécia a coisa foi diferente, sendo uma partida extremamente disputada, empatando
por 1X1. Passou em 1° no grupo e chegou na final da competição.
Jogou contra a Itália em um jogo extremamente complicado, o Brasil empatou por 0X0 no tempo regulamentar, resultado que se manteve e que foi decidido nos pênaltis. O Brasil foi tetra e venceu os italianos por 4x3


Copas de 2006 e 2010

Depois da Copa de 1994, Parreira volta para a Seleção canarinho em 2002, se preparando para a Copa de 2006, substituindo Luis Felipe Scolari. Nesta Copa a atuação do Brasil foi muito ruim aos olhos de muitos, por não ter jogado como o esperado e sendo eliminado rapidamente. A imprensa brasileira culpou o excesso de bagunça e liberdade na concentração como a causa da eliminação brasileira. Recheada de estrelas, a equipe foi derrotada pela França, nas quartas de final, por 1x0. Henry fez o gol que selou a classificação francesa, que foi vice campeã desta Copa.


Logo após esta derrota, Parreira acabou por entregar o cargo. E em 2009 aceitou a função de técnico da seleção sul africana, que sediou
a Copa de 2010, porém sua campanha não atingiu o resultado esperado, não conseguindo
passar nem da fase de grupos, empatando com o México por 1X1, perdendo para o Uruguai por 3X0 e chegando a vencer a França, por 2X1. Mesmo assim, os Bafana Bafana acabaram ficando em terceiro no grupo, não avançando rumo as oitavas de final do mundial.

Atualmente, com 67 anos, Parreira está desempregado e pensa na sua aposentadoria.


Este foi o Comandantes – 5ª Edição. Lembrem-se sempre de postar seus comentários sobre as colunas aqui colocadas.


Por: Felipe


2 de julho de 2010

COMANDANTES - 5ª Edição


Boa noite a todos. Hoje apresentarei o Comandantes – 5ª Edição. Falarei sobre um técnico que foi um grande jogador em seu passado com sua participação em vários campeonatos, e que também levou a Alemanha Ocidental ao seu terceiro título na Copa do Mundo, este é Franz Beckenbauer.

Ele nasceu na cidade de Munique em 11 de Setembro de 1945, foi um grande jogador que teve uma carreira brilhante jogando em times como Bayern de Munique (1965-1977), onde sua carreira teve um grande avanço. Depois foi jogar no time do New York Cosmos (1977-1980) e em seguida no Hamburgo (1980-1982), voltando novamente ao Cosmos em 1983 e permanecendo lá por um ano. Mas foi no Bayern onde ele foi revelado e conseguiu títulos muito importantes, como a Copa dos Campeões da UEFA (1973-1974, 1974-1975, 1976), Copa Intercontinental (1976) e Campeonato alemão (1968-1969, 1971-1972, 1972-1973, 1973-1974). Conseguiu junto a seleção alemã (1965-1977) também um grande feito, o da Copa do Mundo de 74.

Como treinador, sua carreira começou em 84 pela seleção alemã, substituindo Jupp Derwall. Em sua primeira Copa como técnico conseguiu o segundo lugar em 86, perdendo na final contra Argentina por 2X3, porém teve um decepcionante resultado na Eurocopa de 88, na Alemanha, conseguindo apenas o terceiro lugar.

Mas, Beckenbauer se superou na Copa de 1990 onde levou a Seleção alemã ao tricampeonato. Em sua primeira partida desta Copa, venceu a Iugoslávia facilmente por 4X1. No duelo seguinte, venceu com um placar ainda maior e com muita tranquilidade por 5X1, mas este ritmo de goleadas foi freado contra a Colômbia, onde a Alemanha empatou por 1X1. Contudo, a Alemanha se classificou em primeiro lugar com uma média incrivel de 3 gols por partida.

No mata-mata jogou contra a Seleção holandesa, vencendo em um jogo muito disputado por um placar de 2X1. Nas quartas de final, o duelo tornou-se ainda mais complicado, contra a Tchecoslováquia. Löthar Matthäus fez o gol solitário do jogo em cobrança de pênalti. Na semi-final a Alemanha jogou contra a forte Inglaterra, onde empatou em 1X1 no tempo regulamentar. Nos pênaltis, vitória alemã por 4X3. E na final contra Argentina a seleção europeia venceu por 1X0 com outro gol de pênalti, só que desta vez de Andreas Brehme aos 40 minutos do segundo tempo, dando assim o terceiro título de Copas do Mundo a Alemanha, que na época, se igualou ao número de títulos da Itália e do Brasil.

Depois de treinar a Alemanha, Beckenbauer foi para o Olympique de Marseille (1990-1991). Ficou 2 anos parado, até que em 1993, foi para o Bayern Munique (1993-1996). Hoje trabalha como dirigente deste mesmo time, onde viveu grande parte de sua carreira.

Este foi o Comandantes – 5ª Edição. Lembrem-se sempre de postar seus comentários sobre as colunas aqui colocadas.

Por: Felipe

24 de junho de 2010

COMANDANTES - 4ª Edição


Boa noite a todos. Hoje apresentarei o Comandantes – 4ª Edição. Falarei sobre o técnico que levou a Seleção da Argentina ao bicampeonato em 1986 e fez com que esta mesma seleção ficasse em 2° lugar na Copa de 1990. Este é Carlos Bilardo.

Carlos nasceu em na cidade de Buenos Aires em 1939, e atuou como jogador do time Estudiantes de la Plata e como técnico da seleção argentina, e de times com Boca Juniors, Sevilla FC e Estudiantes.

Como jogador, Bilardo ganhou 3 títulos de libertadores com o time do Estudiantes de La Plata (1965-1970). Em 1970 se aposentou como jogador e em 1971 aceitou o cargo de técnico do Estudiantes, permanecendo lá até 1975, onde depois passou por times como Deportivo Cali, San Lorenzo, Seleção da Colômbia, novamente Estudiantes e em 1983 aceitando o cargo de técnico da Seleção argentina (1983-1990)

Na Copa de 1986, na estréia contra a Coréia do Sul, a Argentina estreou como uma vitória relativamente fácil de 3X1. No segundo jogo as coisas já foram um pouco mais difíceis, já que jogou contra a Itália empatando por 1X1. Na 3ª partida venceu com tranquilidade por 2X0, terminando assim em primeiro lugar no grupo e pegando o Uruguai nas oitavas de final, vencendo em um jogo apertado por 1X0. Nas quartas de final duelou contra a Inglaterra, ganhando de 2X1, com os dois gols sendo feitos por Maradona. Na semi-final enfrentou a Bélgica em uma partida um pouco mais fácil que as anteriores, vencendo por 2X0 com novamente os dois gols sendo de Diego Armando Maradona. E, na final, ganhou em uma partida extremamente complicada e disputadíssima, com um placar de 3X2, conquistando o bicampeonato.

Na Copa de 1990, logo na estréia perdeu para a Seleção de Camarões por 1X0. Depois, jogou contra a União Soviética e faturou a partida por 2X0. Na 3ª partida, jogou contra a Romênia e empatou. 1X1. Passou para as oitavas de final em 3° lugar no grupo e jogou contra o Brasil, vencendo por 1X0. Adiante, nas quartas de final, pegou a Iugoslávia e empatou por 0X0, mas garantiu a vitória nos pênaltis por 3X2. Na semi-final jogou contra Itália e novamente empatou, só que dessa vez, por 1X1. Novamente venceu nos pênaltis por 4X3. Mas, na final, perdeu por 1X0 contra a Alemanha Ocidental.

Este foi o Comandantes – 4ª Edição. Lembrem-se sempre de postar seus comentários sobre as colunas aqui colocadas.

Por: Felipe

17 de junho de 2010

COMANDANTES - 3ª Edição



Boa noite a todos. Hoje apresentarei o Comandantes – 3ª Edição. Falarei sobre o técnico que levou a Seleção Brasileira ao pentacampeonato e levou a Seleção portuguesa às semifinais, depois de 40 anos, na Copa do Mundo de 2006 perdendo para a França e na disputa de 3° lugar para a Alemanha. Este é Luiz Felipe Scolari, conhecido como Felipão.

Ele nasceu em Passo Fundo em 9 de novembro de 1948. É um ex-futebolista e treinador brasileiro que atuou como zagueiro. Começou treinando o CSA (um time alagoano),depois treinou times como Juventude, Brasil de Pelotas, Grêmio (onde conquistou o Campeonato Gaúcho de 1987), Goiás, Palmeiras, Cruzeiro e Chelsea.

Em 1989, foi para o Kuwait, onde foi campeão da Copa do Emirado com o Al Qadisiya e campeão da Copa da Ásia com a Seleção Kuwaitiana de Futebol.

Em 1991, levou o Criciúma ao título da Copa do Brasil, maior glória da história do clube, feito pelo qual ganhou reconhecimento no Brasil. No mesmo ano, foi contratado pelo Al-Ahli e treinou mais uma vez o Al Qadisiya, não obtendo sucesso.

Scolari possui um estilo rígido, utiliza jogadas estratégicas e não costuma ceder à pressão da imprensa. Utiliza estas caracteristicas para garantir a união e, consequentemente, obter sucesso nas equipes que dirige. Em 2001, passou a dirigir a Seleção Brasileira. Uma de suas atitudes, que fôra muito criticada pela imprensa, foi a não convocação de um jogador que era reconhecido como craque pela população: o Romário. Mas, mesmo assim, Felipão levou a Seleção Brasileira ao pentacampeonato e, com isso recebeu o reconhecimento merecido.

Na Copa de 2002, na primeira partida, o Brasil já estreiou com uma vitória de 2X1 sobre a Turquia. Depois uma vitória de 4X0 sobre a China e, para fechar invicto a fase das eliminatórias, venceu por 5X2 sobre a Costa Rica. Nas oitavas de final, jogou contra a Bélgica e ganhou de 2X0, passando assim para as quartas de final, onde jogou contra a Inglaterra ganhando somente com o gol feito na prorrogação, terminando a partida em 2X1. Na semifinal, jogou novamente contra a Turquia, ganhando com dificuldades com um placar de 1X0. Na final, jogou contra a Alemanha e ganhou por 2X0.

No ano seguinte, Luiz Felipe Scolari foi contratado para treinar a seleção portuguesa, onde ainda se tornou mais conhecido por levar o grupo para a semifinal de uma Copa do Mundo, após 40 anos. Portugal eliminou grandes times da Copa, como, por exemplo, Inglaterra e Holanda. Perdeu somente para a França por 1X0 na prorrogação.

Perdeu também na disputa de terceiro lugar para a Alemanha de 3X1.

Atualmente, Luiz Felipe Scolari treina o time do Palmeiras, tendo sido oficializada sua contratação no dia 13 de junho de 2010

Este foi o Comandantes – 3ª Edição. Lembrem-se sempre de postar seus comentários sobre as colunas aqui colocadas.

Por: Felipe

10 de junho de 2010

COMANDANTES - 2ª Edição



Na Copa de 1938, que ocorreu na França, a situação internacional havia se agravado e o clima para a Segunda Guerra Mundial estava preparado. Na semi final a Itália jogou contra a Noruega, e ganhou na prorrogação por 2X1, nas quartas de final ela jogou contra a França e ganhou por 3X1, na semi –final jogou contra o Brasil, que vinha ganhando com placares apertados como no jogo contra a polonia 6X5 e contra a Tchecoslováquia na prorrogação por 2X1, e a Itália ganhou do Brasil por 2X1 em uma partida dificil e apertada. Na final Itália jogou contra a Hungria mas ganhou facilmente por um placar de 4X2, tornando a Itália a primeira seleção bicampeã do mundo, e Vittorio Pozzo ficando conhecido em todo o mundo por realizar tal feito histórico

Porém após a Segunda Guerra Mundial sua reputação foi abalada especialmente entre os jovens italianos, que o acusavam ter por suas idéias de direita, embora não tivesse uma ligação clara com o Partido Fascista. Após isso Pozzo morreu na cidade de Ponderano em 21 de dezembro de 1968.

Este foi o Comandantes – 2ª Edição. Lembrem-se sempre de postarem seus comentários sobre as colunas aqui colocadas.

Por: Felipe

9 de junho de 2010

Amanhã tem COMANDANTES!

Não perca amanhã, as 19h30, a 2ª edição da coluna semanal COMANDANTES.

Nesta semana vamos falar de um técnico Europeu que com certeza, foi vitorioso.

Amanhã você ficará sabendo tudo deste técnico, não perca!

3 de junho de 2010

COMANDANTES - 1ª Edição


Boa noite a todos. Meu nome é Felipe e sou o responsável pela criação da coluna COMANDANTES, onde a cada semana, toda quinta-feira, falarei dos principais técnicos de seleção da história e que mostraram toda a sua inteligência em Copas do Mundo. A cada semana vamos falar de um treinador que realmente fez a diferença em suas seleções.

Uns dos cargos mais importantes de um time ou seleção com certeza é o técnico, aquele que monta as jogadas ensaiadas e que escolhe os jogadores que formarão o time. Começaremos então pelo técnico responsável pela seleção brasileira de 58 e que nos levou ao primeiro título em Copas do Mundo, este é Vicente Feola.


Vicente Ítalo Feola nasceu em 1 de novembro de 1909, em São Paulo e foi um ilustre treinador de futebol. Antes de ser técnico, jogou no Auto Futebol Clube, Americano e São Paulo FC da Floresta.

Com um estilo de amigo dos jogadores, Feola não era bem visto pela imprensa brasileira, que o acusou de cochilar no banco de reservas em um jogo. A verdade era que Vicente tomava remédios por conta de sua obesidade e esta hipótese pode ser real.

Ele em 1958 impôs inúmeras regras para que os jogadores não desviassem sua atenção da Copa, como por exemplo não fumar enquanto vestiam uniforme oficial e não conversar com a imprensa fora dos locais designados. Feola fez com que a Seleção Brasileira fosse a única com um psicólogo, mas tudo isso tinha um motivo, que era fazê-los esquecer o que houve na Copa de 50, já que muitos dos jogadores ainda sofriam com a decepção daquele ano (época onde Brasil foi sede da Copa do Mundo, mas não foi campeão).

Nesta Copa, o grupo da nossa seleção era o mais difícil, já que nele estavam a Inglaterra, a URSS (União Soviética) e a Áustria. Mesmo com as dificuldades do grupo, o Brasil passou de fase. Venceu por 3 a 0 a Áustria em sua estreia na copa, empatou sem gols contra a Inglaterra e diante da URSS, duelo considerado mais duro, a seleção brasileira com a força dada por Vicente conseguiu ganhar de 2 a 0. Após isso conseguiram vencer com certa facilidade devido a forte confiança que haviam adquirido. E na final contra a Suécia ganhou de 5 a 2 tendo assim o primeiro título canarinho nas Copas.

Feola morreu em novembro de 1975, em São Paulo.

Este foi o Comandantes – 1ª Edição. Lembrem-se sempre de postarem seus comentários sobre as colunas aqui colocadas, para melhorarmos cada vez mais o nível delas!

Por: Felipe

2 de junho de 2010

Atenção para a nova coluna



Nova coluna no Histórias - Copa do Mundo. É o "COMANDANTES".

Todo time tem um técnico. É ele o responsável por montar as táticas, as jogadas ensaiadas, os esquemas e orientar o seus 11 homens de confiança.

Porém, os técnicos são alvos fatais pelo insucesso dos clubes. Se o time vai mal em algum torneio, provavelmente é culpa do técnico, pois não escalou os 11 melhores e não orientou a equipe corretamente. Deve ser trocado por outro, sendo assim tratado muitas vezes injustamente pelos torcedores.

Nesta coluna você vai conhecer um pouco mais sobre o trabalho de ser técnico. É mais sorte ou competência? Como é a vida de um técnico? A culpa é dele, ou do time? São perguntas que vão ser expostas aqui.

Não deixe de ler o COMANDANTES, toda quinta, a noite!