2 de julho de 2010

COMANDANTES - 5ª Edição


Boa noite a todos. Hoje apresentarei o Comandantes – 5ª Edição. Falarei sobre um técnico que foi um grande jogador em seu passado com sua participação em vários campeonatos, e que também levou a Alemanha Ocidental ao seu terceiro título na Copa do Mundo, este é Franz Beckenbauer.

Ele nasceu na cidade de Munique em 11 de Setembro de 1945, foi um grande jogador que teve uma carreira brilhante jogando em times como Bayern de Munique (1965-1977), onde sua carreira teve um grande avanço. Depois foi jogar no time do New York Cosmos (1977-1980) e em seguida no Hamburgo (1980-1982), voltando novamente ao Cosmos em 1983 e permanecendo lá por um ano. Mas foi no Bayern onde ele foi revelado e conseguiu títulos muito importantes, como a Copa dos Campeões da UEFA (1973-1974, 1974-1975, 1976), Copa Intercontinental (1976) e Campeonato alemão (1968-1969, 1971-1972, 1972-1973, 1973-1974). Conseguiu junto a seleção alemã (1965-1977) também um grande feito, o da Copa do Mundo de 74.

Como treinador, sua carreira começou em 84 pela seleção alemã, substituindo Jupp Derwall. Em sua primeira Copa como técnico conseguiu o segundo lugar em 86, perdendo na final contra Argentina por 2X3, porém teve um decepcionante resultado na Eurocopa de 88, na Alemanha, conseguindo apenas o terceiro lugar.

Mas, Beckenbauer se superou na Copa de 1990 onde levou a Seleção alemã ao tricampeonato. Em sua primeira partida desta Copa, venceu a Iugoslávia facilmente por 4X1. No duelo seguinte, venceu com um placar ainda maior e com muita tranquilidade por 5X1, mas este ritmo de goleadas foi freado contra a Colômbia, onde a Alemanha empatou por 1X1. Contudo, a Alemanha se classificou em primeiro lugar com uma média incrivel de 3 gols por partida.

No mata-mata jogou contra a Seleção holandesa, vencendo em um jogo muito disputado por um placar de 2X1. Nas quartas de final, o duelo tornou-se ainda mais complicado, contra a Tchecoslováquia. Löthar Matthäus fez o gol solitário do jogo em cobrança de pênalti. Na semi-final a Alemanha jogou contra a forte Inglaterra, onde empatou em 1X1 no tempo regulamentar. Nos pênaltis, vitória alemã por 4X3. E na final contra Argentina a seleção europeia venceu por 1X0 com outro gol de pênalti, só que desta vez de Andreas Brehme aos 40 minutos do segundo tempo, dando assim o terceiro título de Copas do Mundo a Alemanha, que na época, se igualou ao número de títulos da Itália e do Brasil.

Depois de treinar a Alemanha, Beckenbauer foi para o Olympique de Marseille (1990-1991). Ficou 2 anos parado, até que em 1993, foi para o Bayern Munique (1993-1996). Hoje trabalha como dirigente deste mesmo time, onde viveu grande parte de sua carreira.

Este foi o Comandantes – 5ª Edição. Lembrem-se sempre de postar seus comentários sobre as colunas aqui colocadas.

Por: Felipe

30 de junho de 2010

ARTILHEIROS - 5ª Edição

Indo para a copa de 1954, encontramos alguns detalhes importantes. Pela comemoração ao 50º aniversario da FIFA, a copa foi realizada na Suíça, local de sua sede. Essa copa também foi a com a maior média de gols: 5,38 por partida. Muitos desses gols se devem a seleção badalada: a Hungria.

Na seleção húngara, é destaque o grande atacante Ferenc Puskas, eleito um dos melhores jogadores de todos os tempos e o melhor de sua seleção. Porém, o artilheiro daquela Copa foi o grande Sandor Kocsis.

Sándor Kocsis Péter (Budapeste, 23 de Setembro de 1929 -- Barcelona, 22 de Julho de 1979) foi um futebolista húngaro e um dos grandes atacantes da seleção de seu país.

Detalhes sobre Kocsis: Conseguiu superar a média de 1 gol por partida jogando pelo seu país. No total, foram 68 partidas, com 52 vitórias, 11 empates, apenas 3 derrotas e incríveis 75 gols pela Hungria.

Seu desempenho na Copa do Mundo de 1954 também foi muito bom.

A primeira fase começou com uma sonora goleada de 9x0 em cima da Coréia do Sul, sendo 3 desses gols de Kocsis. O segundo jogo foi outro massacre, por 8x3, em cima da Alemanha Ocidental, dessa vez com 4 gols do craque, demonstrando o favoritismo no torneio.

Já classificada para as quartas, a Hungria pegou o Brasil e passou direto com 4x2, dessa vez com 2 gols de Kocsis.

Na semi final, contra o Uruguai, houve um jogo equilibrado e que até foi para a prorrogação com 2x2. Porém, Kocsis apareceu e fez 2 gols no tempo extra, assim acabando com o sonho do bicampeonato seguido uruguaio.

Na final, o reencontro contra a Alemanha Ocidental. Devido ao primeiro jogo, era dada a vitória certa para a Hungria. Porém, na partida conhecida como "o Milagre de Berna", a Alemanha surpreendeu e bateu a Hungria por 3x2, terminando assim com o sonho húngaro de vencer uma Copa do Mundo.

Considerado um traidor em seu país, continuou a morar na Espanha após a aposentadoria como jogador. Teve duas experiências como treinador, no início da década de 1970, em dois clubes da cidade de Alicante: o Hércules (onde já havia trabalhado seu compatriota Puskás) e o FC Alicante. Sua vida teria um fim trágico: em 1979, enfrentou problemas de circulação sanguínea e precisou amputar uma perna. Em seguida, descobriu ter câncer de estômago. Deprimido, suicidou-se, pulando de uma janela da clínica onde estava internado, em Barcelona.

Este foi o Artilheiros - 5ª Edição. Comente!

29 de junho de 2010

SELEÇÃO DO MOMENTO - 5ª Edição

Hoje vamos falar da Argentina, de Maradona, que está se destacando na Copa 2010.

A Seleção Argentina de Futebol está disputando sua 15ª Copa do Mundo em 2010. Foi campeã por 2 vezes, nos anos de 1978 (sendo sede) e 1986. Tem Diego Armando Maradona como ícone e atual técnico, considerado por alguns o melhor jogador de todos os tempos.

O lateral e volante Javier Zanetti é o jogador que mais vestiu a camisa celeste, com 136 partidas. O artilheiro é o ex-atacante Batistuta, que marcou 56 vezes em 78 jogos. O atual capitão da equipe é o volante Mascherano, de 26 anos, jogador do Liverpool.

Para a Copa 2010, o uniforme principal é o tradicional branco e azul claro, com listras verticais e calção preto. O reserva é azul marinho com detalhes e calção brancos.O time, que já está nas quartas de final da Copa 2010, está indo muito bem na competição. Foram 10 gols em 4 partidas, média de 2,5 gols por jogo. Até agora, a equipe está 100% na competição: (1x0 na Nigéria, 4x1 na Coreia do Sul, 2x0 na Grécia e 3x1 no México). Tem como destaque o esquema ofensivo que o técnico Maradona usa, com apenas 1 volante em campo, 2 meias e 3 atacantes. Até agora, o goleiro Romero só tomou 2 gols nos 4 jogos.

Tevez, Messi, Verón e Higuaín são os destaques da seleção atual. Higuaín é artilheiro da Copa, com 4 gols marcados. O único ponto considerado fraco pela equipe de Maradona é o setor defensivo direito. Zanetti, que não foi convocado por opção do técnico, faz falta. Gutierrez e Otamendi improvisam a função, que não é tão consistente.

A Argentina encara jogo dificílimo contra a Alemanha por uma vaga na semi-final da Copa 2010. O jogo vai acontecer neste sábado, ás 11h. Quem ganhar, pega o vencedor de Paraguai x Espanha, que se enfrentam também no sábado, as 15h30.

Veja o time-base da Argentina na Copa do Mundo: Romero; Otamendi, Samuel, Demichelis e Heinze; Mascherano, Verón e Dí Maria; Messi, Tevez e Higuaín.
Téc: Diego Maradona

Confira os 23 convocados da Argentina para o mundial:

GOLEIROS: Romero, Andújar e Pozo

DEFENSORES: Otamendi, Demichelis, Samuel, Heinze, Burdisso, Clemente Rodriguez, Gutiérrez e Garcé

MEIO-CAMPISTAS: Mascherano, Bolatti, Verón, Dí Maria, Pastore e Maxi Rodríguez

ATACANTES: Messi, Tevez, Higuaín, Aguero, Milito e Palermo

Este foi o SELEÇÃO DO MOMENTO. Semana que vem tem mais!

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Em duelo ibérico, Espanha elimina Portugal

A Espanha venceu Portugal nesta tarde de terça em Pretoria e avançou para as quartas de final. Seu adversário será o Paraguai, que bateu o Japão nos pênaltis. Já a equipe portuguesa sai da Copa 2010 tomando apenas 1 gol, e marcando 7, todos marcados contra a Coreia do Norte.

Com muita posse de bola, a Espanha controlou toda a 1ª etapa. Enquanto Portugal se fechava completamente e apostava nas saídas em velocidade, a fúria tocava a bola e tentava criar chances para furar a zaga do time luso. Enquanto não passava, o jeito foi chutar de longe.

Com um minuto de jogo, Fernando Torres buscou o jogo e bateu de fora da área para boa defesa do goleiro Eduardo. Em seguida, Villa também arriscou 2 vezes e obrigou Eduardo a fazer mais 2 boas defesas, não deixando a bola entrar.

Aos 20 minutos, em jogada de velocidade de Fábio Coentrão, Tiago bateu e Casillas espalmou. O goleiro do Real Madrid teve de subir e brigar com Hugo Almeida pelo rebote. Depois deste lance, as duas seleções pouco produziram e o jogo não fluiu.

Na etapa complementar, foi a vez dos portugueses terem sua chance logo no começo. Hugo Almeida cruzou bola da esquerda, e Puyol desviou, quase marcando um gol contra. A bola saiu para escanteio, passando muito perto da trave. Portugal veio para o 2° tempo apostando em jogadas aéreas.

Aos 14 minutos, a Espanha quase abriu o placar com Llorente, que entrou no lugar de Fernando Torres. O atacante recebeu cruzamento da direita e cabeceou. Eduardo, no susto, defendeu.

Três minutos depois, o gol saiu. Em uma rápida troca de passes, Xavi desviou de letra para Villa bater forte. O camisa 1 português chegou a defender, mas no rebote, o atacante contratado pelo Barcelona conseguiu balançar as redes. David Villa, 1 a 0.


A partir daí, os espanhois começaram a manter a posse da bola e executar vários passes no meio campo, com Xavi, Iniesta e Busquets se destacando. Portugal, sem forças para empatar, ainda perdeu Ricardo Costa, expulso por cotovelada em Capdevilla. E acabou assim. Espanha, 1, Portugal, 0.

Paraguai elimina Japão nos pênaltis

Em jogo fraco, mas equilibrado, o Paraguai conseguiu vencer o Japão somente na disputa por pênaltis. Com um empate sem gols no tempo normal e na prorrogação, a partida teve de ir para as penalidades, e o japonês Komano desperdiçou seu chute, dando a ida para as quartas de final para os sul-americanos. O Japão, apesar da derrota, teve sua campanha considerada como boa em geral.

O jogo começou com o Paraguai pressionando, mas errando muitos passes. Em menos de 3 minutos foram 2 chutes a gol dos japoneses, que exploravam o contra-ataque e se fechavam na defesa. Apesar de manter a posse de bola, os paraguaios não penetravam na defesa do Japão. O meia do time asiático Matsui chegou a acertar o travessão em um lance de contra-ataque.

Com o passar do tempo, a seleção nipônica controlou a partida e não deu espaço ao time de Gerardo Martino. Honda e Matsui eram os principais jogadores que levaram perigo ao gol de Justo Villar, arqueiro paraguaio.

Na 2ª etapa, o jogo continuou fraco. Com muitos passes errados e baixa qualidade técnica, Japão e Paraguai não conseguiram produzir nada eficiente até o fim do jogo, que foi para o tempo extra.

Na prorrogação, as duas equipes foram mais ao ataque. Logo no primeiro minuto, Nakamura acertou chute que desviou no zagueiro Alcaraz e foi para escanteio. Na cobrança, o atacante japonês Okazaki desperdiçou boa chance.

A Albirroja acordou e tentou chegar mais ao gol de Kawashima. O atacante Valdéz chegou por 2 vezes pelo lado esquerdo com perigo. Morel Rodriguez e Lucas Barrios também se destacaram. Entretanto, a disputa foi parar mesmo nos pênaltis.

Pelo lado paraguaio marcaram seus pênaltis os seguintes jogadores: Barreto, Barrios, Riveros, Valdéz e Cardozo.
Já o Japão teve os seguintes jogadores que converteram: Endo, Hasebe e Honda. Komano chutou na trave, e coube a Cardozo dar a vitória ao Paraguai, que agora pega a Espanha.

28 de junho de 2010

COPA POR COPA - 5ª Edição

Hoje vamos abordar sobre a Copa de 54, que foi vencida pela Alemanha.


A Copa do Mundo de 1954 teve a participação de 16 países e contou com 26 jogos. Foi a Copa com maior média de gols, tendo 5,38 gols por partida. Teve o húngaro Kocsis como artilheiro, marcando 11 gols.

Os seguintes países fizeram parte da Copa: Brasil, Iugoslávia, França, México, Hungria, Alemanha, Turquia, Coreia do Sul, Uruguai, Áustria, Tchecoslováquia, Escócia, Inglaterra, Suíça (país-sede), Itália e Bélgica.

A escolha da Suíça como país anfitrião se deve ao fato da FIFA ter completado 50 anos na época, e como se sediava no país, o mesmo foi escolhido para ser sede como uma homenagem.

A fórmula de disputa era bem simples. 16 países se dividiam em 4 grupos com 4 seleções cada. Os 2 melhores de cada grupo avançavam para as quartas de final. A partir daí, começava o mata-mata, quem perdesse estaria fora.

Veja a classificação final de cada grupo, lembrando que a vitória valia 2 pontos, o empate 1, e a derrota 0.

Grupo 1
1° - Brasil: 3 pontos
2° - Iugoslávia: 3 pontos
3° - França: 2 pontos
4° - México: 0 ponto

Grupo 2
1° - Hungria: 4 pontos
2° - Alemanha: 2 pontos
3° - Turquia: 2 pontos
4° - Coreia do Sul: 0 ponto

Grupo 3
1° - Uruguai: 4 pontos
2° - Áustria: 4 pontos
3° - Tchecoslováquia: 0 ponto
4° - Escócia: 0 ponto

Grupo 4
1° - Inglaterra: 3 pontos
2° - Suíça: 2 pontos
3° - Itália: 2 pontos
4° - Bélgica: 1 ponto

Após a fase de grupos, os 8 classificados seguiam rumo as quartas de final. Confira os resultados.
Hungria 4x2 Brasil
Uruguai 4x2 Inglaterra
Áustria 7x5 Suíça
Alemanha 2x0 Iugoslávia

Djalma Santos e Julinho foram os autores dos gols no jogo que eliminou o Brasil diante da Hungria. Kocsis marcou 2 vezes.

A seguir, os resultados da semi final.
Hungria 4x2 Uruguai (tempo extra)
Áustria 1x6 Alemanha

Em jogo disputado apenas na prorrogação, a Hungria conseguiu bater o Uruguai. Kocsis, novamente ele, marcou os gols que deram a vitória aos húngaros.

Agora, vem a disputa pelo 3° lugar e a grande final.

Disputa pelo 3°
Áustria 3x1 Uruguai
Final:
Alemanha 3x2 Hungria

Gols Alemanha: Morlock e Rahn (2 vezes)
Gols Hungria: Puskás e Czibor

Data: 4 de julho de 1954
Local: Wankdorf Stadium, em Berna, na Suíça
Público: Cerca de 60 mil pessoas


Curiosidades da Copa de 1954:
- Além da maior média de gols, a Copa de 54 teve o jogo com maior número de gols. Áustria 7x5 Suíça
- Jogos: 26
- Países: 16
- Período: 19 dias
- Gols: 140
- Melhor ataque: Hungria (27 gols)
- Melhor defesa: Iugoslávia e França (3 gols)
- Pior ataque: Escócia, Tchecoslováquia e Coreia do Sul: 0 gol
- Pior defesa: Coreia do Sul (16 gols)
- Árbitros: 16
- Estádios: 6
- Média de público: 36.269 por jogo

Este foi o COPA POR COPA - 5ª Edição. Semana que vem tem mais!

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Brasil supera Chile e vence por 3 a 0


O Brasil passou e eliminou com tranquilidade o Chile no Ellis Park e agora pega a Holanda nas quartas de final da Copa do Mundo 2010. Com o resultado, a equipe repete o desempenho de 2006, quando foi eliminada também nas quartas, pela França. Já o Chile, fora da Copa desde 98, volta para casa após sua 7ª participação no mundial.

Bielsa, técnico dos chilenos, como sempre, botou sua equipe no ataque. E não demorou para aparecer um contra-ataque brasileiro. Aos 4 minutos, Daniel Alves, que substituiu Elano, lançou Luís Fabiano, que perdeu uma ótima chance de abrir o marcador. Gilberto Silva minutos depois arriscou de longe para a defesa de Bravo.

Até os 35 minutos, a seleção brasileira não chegou com tanto perigo como no começo, e precisava tomar cuidado com os ataques chilenos. Até que no escanteio batido por Maicon, Juan subiu mais que a zaga adversária e cabeceou para o fundo do gol. 1 a 0.

Com mais confiança e liberdade, o Brasil ampliou três minutos depois. Em contra-ataque, Robinho inverteu o jogo para Kaká, que deixou Luís Fabiano na cara do gol. O atacante do Sevilla fintou Bravo e só tocou para as redes. 2 a 0.

No 2° tempo, Marcelo Bielsa fez 2 trocas. Valdívia, ex-Palmeiras, e Tello, entraram. De nada adiantou, o Chile não conseguia produzir e chegar ao gol de Júlio César com facilidade. Aos 14 minutos, Ramires roubou a bola, saiu em velocidade e deixou Robinho na cara do gol. O atacante do Santos bateu com categoria e força no canto esquerdo de Bravo, liquidando a partida, 3 a 0. Em seguida, Ramires recebeu o 2° amarelo na Copa, e não pega a Holanda sexta feira.

Até o final do jogo, o Chile tentava seu gol de honra. Suazo, principal referência da seleção, foi o único que chegou com perigo. Em um chute, a bola bateu de leve na parte de cima da rede de Júlio César, e na outra, o camisa 1 defendeu.

No fim do jogo, Robinho teve nova oportunidade de marcar, mas Bravo espalmou sua finalização. E acabou assim. Brasil classificado 3, Chile eliminado 0.