Além do Brasil, que eliminou no sufoco o Chile, a Colômbia, a Holanda e a surpreendente Costa Rica são outras seleções que estão nas quartas de final da Copa do Mundo 2014.
A Colômbia passou pelo Uruguai com certa facilidade logo após a partida entre Brasil e Chile. No Maracanã, a equipe de José Pékerman derrotou o Uruguai por 2 a 0. O destaque da partida vai, com certeza, para James Rodríguez. O meia de 21 anos fez os 2 gols do jogo e se tornou artilheiro isolado da Copa, marcando em todos os confrontos até aqui. O Uruguai, sem Suárez, volta para casa mais cedo junto com o fantasma de 1950.
No sábado, a Holanda despachou em uma partida emocionante a boa equipe do México, no Castelão. De virada, Sneijder, aos 42 minutos do 2° tempo, e Huntelaar, de pênalti, aos 48, confirmaram a seleção europeia nas quartas de final do mundial. O México havia feito o primeiro gol com Giovani dos Santos, no início da etapa final.
A Costa Rica também está entre as 8 melhores seleções do mundo. Em um jogo até certo ponto morno diante da Grécia, a equipe de Jorge Luis Pinto estava ganhando até os minutos finais por 1 a 0, com gol de Ruíz. Nos minutos finais, o zagueiro da Grécia Socratis colocou a Brazuca na rede e levou o duelo para a prorrogação. Sem gols nos 30 minutos, a decisão foi para os pênaltis. Coube a Navas, goleiro costarriquenho, defender a cobrança de Gekas e, com os cinco pênaltis convertidos pelos seus companheiros, garantir a inédita vaga para a Costa Rica.
30 de junho de 2014
28 de junho de 2014
Traves do Mineirão e Júlio César impedem Mineiraço de Pinilla, e Brasil elimina Chile
Por duas bolas na trave e por dois pênaltis defendidos por Júlio César, o Brasil se livrou do vexame. Diante do Chile, no Mineirão, a seleção brasileira não conseguiu a vitória simples nem nos 90 minutos e nem na prorrogação, e precisou das penalidades máximas para se garantir nas quartas de final da Copa do Mundo 2014.
O JOGO
Se impondo no jogo e marcando com certa pressão a saída de bola chilena, o Brasil começou melhor a partida. E, por meio da bola alta, uma das fragilidades chilenas, chegou ao gol da vitória parcial, aos 17 minutos. Neymar em escanteio cruzou e David Luiz, junto com Jara, fez o gol que abriu o placar: 1 a 0.
Depois do gol, a seleção de Felipão caiu de rendimento, mas, com o Chile apresentando um futebol que não encaixava, continuou melhor. Até tomar o gol de empate: aos 31 minutos, Hulk foi devolver a bola para Marcelo após uma cobrança de lateral e tocou curto. Vargas tomou e entregou para Sánchez. O atacante do Barcelona, livre dentro da área, empatou.
Até o fim do 1° tempo, o Brasil acionava pouco Fernandinho, e a bola voltava a não passar pelo meio de campo. David Luiz e Thiago Silva exageravam na ligação direta, e Fred não conseguia dar sequência nos lances. Algo que foi constante nas duas primeiras partidas brasileiras, diante de Croácia e México.
Na 2ª etapa, o panorama, que já não era dos melhores, piorou. O Chile, imprimindo uma alta intensidade e pressionando a saída de bola brasileira, conseguiu dominar o meio de campo. O time Sampaoli tinha a bola por mais de 60% do tempo, e conseguia chegar até Luiz Gustavo e os zagueiros. Quando roubava a Brazuca, a seleção pentacampeã do mundo a perdia com facilidade e rapidez. A inexistência do meio de campo continuou e, sem o apoio necessário de Daniel Alves e Marcelo, o Brasil foi encurralado pelos chilenos.
Felipão entrou em cena com alterações que não alteraram em nada o sistema brasileiro: sacou Fred por Jô na casa dos 15 minutos, momento em que a bola não chegava nos atacantes com qualidade, e depois, Fernandinho por Ramires. Outra troca que não mudou e que não preencheu o setor de meio campo.
Sem qualidade na saída de bola e com um Neymar nitidamente apagado devido à uma pancada sofrida ainda no 1° tempo, o Brasil começou a levar pressão na metade da etapa complementar. E em um lance treinado por Sampaoli, Aránguiz, um dos perigos da equipe, ficou perto de virar a partida. Júlio César fez brilhante defesa após chute do volante já dentro da área.
Sem maiores sustos, a seleção chilena, que começou a sentir o desgaste físico, tirou o pé do acelerador no final da partida. Quem agradeceu foi o Brasil e a partida foi para a prorrogação.
QUASE A HISTÓRIA DE 1950 SE REPETIU...
Nos 30 minutos de prorrogação, não houve grandes perigos de gol. Exceto, claro, no último lance da partida. Após tiro de meta do goleiro chileno Bravo, Pinilla ganhou de Daniel Alves no alto, tabelou com Sánchez e chutou ao gol de Júlio César. Quis o destino que Pinilla não se transformasse no Ghiggia de 2014 e que a partida não ficasse conhecida ocmo Mineiração, e a bola caprichosamente explodiu no travessão direito do Mineirão.
PÊNALTIS
Depois de 120 minutos de bola rolando, pênaltis. David Luiz foi o responsável por abrir a série e converteu o dele. Pinilla, que minutos antes quase foi herói, parou em Júlio César e virou vilão. Willian teve a chance de aumentar a vantagem, mas chutou para fora. Júlio César também pegou a cobrança de Sánchez e garantiu o 1 a 0 parcial. Marcelo e Aránguiz, na terceira rodada de cobranças, marcaram. Hulk parou em Bravo e Díaz fez o dele, empatando a disputa em 2 a 2. Na última cobrança de cada seleção, Neymar não pipocou e fez o terceiro do Brasil. Jara, que havia colaborado no gol de David Luiz ainda no tempo normal, finalizou e a bola parou na trave. A trave direita do Mineirão, que, junto com Júlio César, impediu um Mineiraço que ficaria na história por muitos e muitos anos.
NOTAS
Júlio César: 8,0. Foi o responsável por defender 2 pênaltis e conseguiu mudar a história que ele mesmo foi protagonista em 2010, quando o Brasil caiu diante da Holanda na Copa da África do Sul.
Daniel Alves: 5,0. O lateral, mesmo que pouco exigido defensivamente, foi o brasileiro que mais errou passes no jogo e, além de dois chutes de fora da área e um cruzamento, não fez mais nada que causasse perigo.
Thiago Silva: 6,5. Seguro, Thiago Silva evitou lances mais agudos do Chile e fez com que Vargas tivesse atuação apagada.
David Luiz: 7,0. Além do gol, David Luiz executou bons desarmes e esteve sempre bem no tempo de bola. Converteu o pênalti.
Marcelo: 5,5. Apesar de ter feito o gol de pênalti, Marcelo fez uma partida discreta, principalmente no 2° tempo. Sofreu com as subidas de Isla e com as infiltrações de Sánchez.
Luiz Gustavo: 6,0. Errando um pouco mais do que o habitual, Luiz Gustavo fez sua pior partida na Copa, e mesmo assim teve uma atuação regular. Está fora do duelo das quartas de final por ter acumulado 2 cartões.
Fernandinho: 5,5. O que o fez virar titular não funcionou: a bola passando pelo setor de meio campo. Pouco acionado, Fernandinho acabou cometendo muitas faltas, e, por sorte, saiu sem cartão.
Oscar: 4,0. Apagadíssimo, Oscar não se destacou em nenhum momento do jogo. De novo, foi melhor defendendo do que atacando, e ficava por longos minutos sem tocar na bola. O pior da equipe ao lado de Fred.
Neymar: 5,0. E muito desta nota se deve à sua lesão, causada ainda no 1° tempo por Aránguiz. Neymar sumiu no 2° tempo e mostrou que o Brasil sem ele é um time comum.
Hulk: 5,5. O ponta fez um ótimo 1° tempo, mas foi o principal culpado pelo gol chileno. Além disto, Hulk desperdiçou sua cobrança de pênalti e prejudicou a seleção.
Fred: 4,0. A bola não chegava para o centroavante, e quando chegava, ele não aproveitava. Fred não conseguiu dominar uma bola e não ganhou uma dividida com os zagueiros. Pior do time, foi sacado por Jô no começo do 2° tempo.
Jô: 4,5. Não conseguiu aproveitar a chance, mas foi minimamente melhor que Fred. Perdeu uma chance clara de gol após cruzamento de Hulk.
Ramires: 5,0. Não conseguiu fazer o que Fernandinho também não fez no jogo: a transição defesa-ataque.
Willian: 4,5. Entrou no 2° tempo da prorrogação e pouco apareceu. Além disto, perdeu seu pênalti.
27 de junho de 2014
Brasil x Chile: Pré-Jogo
Brasil e Chile jogam pela sobrevivência na Copa do Mundo, amanhã, às 13h, no Mineirão. Abaixo, a imagem ilustra uma prévia dos padrões táticos das equipes.
O Brasil pode ter até três novidades. Uma é certa: Fernandinho substitui o apagado Paulinho. As outras duas foram testadas nos treinamentos de Felipão esta semana. Por opção do técnico, Maicon chegou a entrar no time titular no lugar de Daniel Alves. Já David Luiz pode ficar fora por dores nas costas: Dante seria o substituto.
BRASIL (4-2-3-1): Júlio César; Maicon (Daniel Alves), Thiago Silva, David Luiz (Dante), Marcelo; Luiz Gustavo, Fernandinho; Hulk, Oscar, Neymar; Fred
Já o Chile, aparentemente, conta com força máxima para enfrentar o Brasil. A única dúvida é Medel, zagueiro que sentiu dores durante a semana. Albornoz pode entrar.
CHILE (3-4-1-2): Bravo; Silva, Medel (Albornoz), Jara; Isla, Díaz, Aránguiz, Mena; Vidal; Vargas, Sánchez
O que o Brasil precisa saber do Chile?
PERIGOS
1) O craque Vidal e o elemento-surpresa Aránguiz
Vidal, no esquema de Sampaoli, tem total liberdade para rodar o setor. Provavelmente, Luiz Gustavo (assim como fez em Giovani dos Santos, contra o México) o marcará individualmente. Com isto, quem sobra é Aránguiz. O volante, quando o Chile tem a bola e trabalha pelos lados, vira ponta-de-lança e entra, por muitas vezes, como um falso centroavante. Nos seus dois gols na Copa, Aránguiz estava dentro da área e marcou em rebotes. É bom Fernandinho, assim como o próprio Luiz Gustavo, tomar cuidado.
2) Os alas Mena e Isla
Os dois são muito eficazes no ataque. E vão, com toda certeza, causar perigo a Marcelo e Maicon/Daniel Alves (principalmente se o segundo for titular). As laterais são o termômetro da equipe de Sampaoli, que tem Jara e Silva como zagueiros versáteis que fazem, quando necessário, a função de lateral.
3) A ausência de centroavante
Nem Sánchez nem Vargas são centroavantes. Mas, os dois são rápidos, habilidosos e se movimentam muito. Sem um homem fixo na frente, o Chile, que já conta com os fortes alas, precisa dos dois atacantes para fazer um jogo de muita intensidade ofensiva com e sem a bola.
4) A intensidade
O Chile gosta de ter a bola. E, com ela, gosta de ditar o ritmo da partida. Contra a Austrália, teve 62% de posse de bola; contra a Espanha, 44% (número alto se for levado em conta o adversário) e, contra a Holanda, 64%. Apesar de atacar com muita intensidade e rapidez, a equipe, quando perde a bola, pressiona o adversário até voltar a tê-la.
PONTOS FRACOS
1) A estatura
O Chile tem a zaga mais baixa de toda a Copa do Mundo. Apesar dos zagueiros terem um ótimo tempo de bola e tirarem os atacantes da jogada com o corpo, são baixos e essa pode ser uma arma fatal para o Brasil. Fred, Thiago Silva e David Luiz/Dante têm uma boa oportunidade de marcarem de cabeça.
2) A fragilidade no fim do jogo
A Holanda, adversária do Chile na última rodada da 1ª fase, mostrou ao mundo o cansaço físico dos sul-americanos. Marcou os dois gols no final do jogo, onde, nitidamente, o time de Sampaoli sentiu o desgaste e perdeu a intensidade citada no item 4. É um fator a ser considerado por Felipão, que conta com bons e rápidos jogadores no banco de reservas.
3) A saída de bola
Se Fred (em Medel), Neymar (em Silva), Hulk (em Jara) e Oscar (em Diáz) apertarem a saída de bola, como foi feito pelo Brasil durante toda a Copa das Confederações, as chances da seleção brasileira ter o controle do jogo são grandes. Os defensores chilenos em geral são bons, mas não tem tanta qualidade e segurança quando estão com a bola. Talvez, apenas o líbero Medel seja a exceção.
O Brasil pode ter até três novidades. Uma é certa: Fernandinho substitui o apagado Paulinho. As outras duas foram testadas nos treinamentos de Felipão esta semana. Por opção do técnico, Maicon chegou a entrar no time titular no lugar de Daniel Alves. Já David Luiz pode ficar fora por dores nas costas: Dante seria o substituto.
BRASIL (4-2-3-1): Júlio César; Maicon (Daniel Alves), Thiago Silva, David Luiz (Dante), Marcelo; Luiz Gustavo, Fernandinho; Hulk, Oscar, Neymar; Fred
Já o Chile, aparentemente, conta com força máxima para enfrentar o Brasil. A única dúvida é Medel, zagueiro que sentiu dores durante a semana. Albornoz pode entrar.
CHILE (3-4-1-2): Bravo; Silva, Medel (Albornoz), Jara; Isla, Díaz, Aránguiz, Mena; Vidal; Vargas, Sánchez
O que o Brasil precisa saber do Chile?
PERIGOS
1) O craque Vidal e o elemento-surpresa Aránguiz
Vidal, no esquema de Sampaoli, tem total liberdade para rodar o setor. Provavelmente, Luiz Gustavo (assim como fez em Giovani dos Santos, contra o México) o marcará individualmente. Com isto, quem sobra é Aránguiz. O volante, quando o Chile tem a bola e trabalha pelos lados, vira ponta-de-lança e entra, por muitas vezes, como um falso centroavante. Nos seus dois gols na Copa, Aránguiz estava dentro da área e marcou em rebotes. É bom Fernandinho, assim como o próprio Luiz Gustavo, tomar cuidado.
2) Os alas Mena e Isla
Os dois são muito eficazes no ataque. E vão, com toda certeza, causar perigo a Marcelo e Maicon/Daniel Alves (principalmente se o segundo for titular). As laterais são o termômetro da equipe de Sampaoli, que tem Jara e Silva como zagueiros versáteis que fazem, quando necessário, a função de lateral.
3) A ausência de centroavante
Nem Sánchez nem Vargas são centroavantes. Mas, os dois são rápidos, habilidosos e se movimentam muito. Sem um homem fixo na frente, o Chile, que já conta com os fortes alas, precisa dos dois atacantes para fazer um jogo de muita intensidade ofensiva com e sem a bola.
4) A intensidade
O Chile gosta de ter a bola. E, com ela, gosta de ditar o ritmo da partida. Contra a Austrália, teve 62% de posse de bola; contra a Espanha, 44% (número alto se for levado em conta o adversário) e, contra a Holanda, 64%. Apesar de atacar com muita intensidade e rapidez, a equipe, quando perde a bola, pressiona o adversário até voltar a tê-la.
PONTOS FRACOS
1) A estatura
O Chile tem a zaga mais baixa de toda a Copa do Mundo. Apesar dos zagueiros terem um ótimo tempo de bola e tirarem os atacantes da jogada com o corpo, são baixos e essa pode ser uma arma fatal para o Brasil. Fred, Thiago Silva e David Luiz/Dante têm uma boa oportunidade de marcarem de cabeça.
2) A fragilidade no fim do jogo
A Holanda, adversária do Chile na última rodada da 1ª fase, mostrou ao mundo o cansaço físico dos sul-americanos. Marcou os dois gols no final do jogo, onde, nitidamente, o time de Sampaoli sentiu o desgaste e perdeu a intensidade citada no item 4. É um fator a ser considerado por Felipão, que conta com bons e rápidos jogadores no banco de reservas.
3) A saída de bola
Se Fred (em Medel), Neymar (em Silva), Hulk (em Jara) e Oscar (em Diáz) apertarem a saída de bola, como foi feito pelo Brasil durante toda a Copa das Confederações, as chances da seleção brasileira ter o controle do jogo são grandes. Os defensores chilenos em geral são bons, mas não tem tanta qualidade e segurança quando estão com a bola. Talvez, apenas o líbero Medel seja a exceção.
Grupo H: Argélia e Bélgica são os últimos classificados para as oitavas de final da Copa
Acabou a 1ª fase da Copa do Mundo 2014. E, pelo Grupo H, passaram de fase Argélia e Bélgica. Os africanos conseguiram um empate em 1 a 1, na Arena da Baixada, contra a Rússia de Fábio Capello, e fecharam a fase na 2ª colocação do grupo.
A Argélia pensou que não seria nesta Copa que viria a classificação inédita entre as 16 melhores seleções do mundo. Logo aos 6 minutos, o atacante russo Kokorin abriu o placar para sua equipe que, com o resultado, iria se garantir nas oitavas e eliminar o adversário. Mas, a equipe da África tem Slimani. O atacante, de cabeça, empatou o jogo no 2° tempo e fez a festa dos torcedores argelinos presentes no estádio. O placar, depois do gol do atacante, não foi alterado, e colocou a Argélia na próxima fase do mundial.
Enquanto a Argélia disputava com a Rússia uma vaga nas oitavas de final, a Bélgica, na Arena Corinthians, encarou a Coreia do Sul para garantir 100% de aproveitamento na 1ª fase. E conseguiu. Com um time mesclado, os belgas, com Vertonghen aos 33 do 2° tempo, venceram pelo placar mínimo e conquistaram - mesmo sem jogar um futebol convincente para tal - os 9 pontos desejados pelo técnico Marc Wilmots. Já a Coreia do Sul volta para casa com apenas 1 ponto, anotado diante da Rússia.
Estados Unidos perdem da Alemanha, mas passam de fase; Portugal e Gana morrem abraçados
O encerramento do Grupo G da Copa do Mundo se deu com dois jogos, realizados às 13h desta quinta-feira. Na Arena Pernambuco, Estados Unidos e Alemanha ainda poderiam ser eliminados, mas, com a vitória magra de Portugal sobre Gana, disputaram a primeira posição do grupo. Melhor para os europeus, que venceram por 1 a 0 e se classificaram na liderança.
A partida teve uma superioridade alemã, que teve mais de 60% da posse de bola e contabilizou 13 finalizações, contra 4 dos americanos. O gol solitário da partida saiu na casa dos 10 minutos do 2° tempo. Muller, após sobra em cobrança de escanteio, pegou de primeira e fez seu quarto gol na Copa. Agora, a Alemanha encara a Argélia, e os Estados Unidos, a Bélgica.
No mesmo horário, Portugal e Gana fizeram um jogo aberto no Estádio Nacional, em Brasília. Quem vencesse, poderia ter a chance de passar de fase. Gana, que tinha mais chances matemáticas que Portugal, acabou tomando um gol aos 30 minutos do 1° tempo. Depois de cruzamento para a área, o zagueiro Boye se atrapalhou e acabou pondo a Brazuca na rede do goleiro Dauda: 1 a 0. Gyan descontou, já na 2ª etapa, de cabeça e colocou os ganeses na briga pela classificação. Mas, a reação parou por aí: Cristiano Ronaldo, no fim do jogo, aproveitou falha de Dauda e fez seu único gol no mundial, que garantiu a vitória portuguesa: 2 a 1. As duas seleções estão eliminadas.
26 de junho de 2014
França e Suíça são as seleções do Grupo E classificadas para as oitavas de final
Mais um grupo teve suas seleções definidas nas oitavas de final da Copa do Mundo 2014. Desta vez, a chave E. Em um jogo morno e que o goleiro Domínguez brihlou com grandes defesas, França e Equador, no Maracanã, não saíram do zero no placar. O resultado botou os franceses contra a Nigéria na próxima fase. Já a seleção equatoriana está eliminada e é a primeira sul-americana a cair neste mundial.
O outro jogo do grupo foi entre Honduras e Suíça. Precisando da vitória, os europeus, com três gols de Shaqiri, venceram e estão garantidos na próxima fase da Copa. Agora, a Suíça encara a Argentina e, caso vença, estará entre as oito melhores seleções do mundial. A Honduras, por sua vez, perdeu os três jogos que fez e, ao lado da Austrália e de Camarões, foi a pior equipe do torneio.
Grupo F termina com Messi brilhando em vitória da Argentina contra Nigéria; Bósnia bate Irã
O Grupo F terminou nesta quarta-feira e teve como classificadas as seleções de Argentina e Nigéria, que disputaram um bom jogo no Beira Rio que acabou em 3 a 2 para os sul-americanos. Messi novamente apareceu chegou aos 4 gols na Copa, se igualando na artilharia com Neymar.
O jogo começou quente e, logo aos 3 minutos, a Argentina abriu o placar com Messi, de rebote após finalização de Dí Maria que parou na trave. Um minuto depois, Musa fez jogada individual e empatou para a Nigéria. Ainda no 1° tempo, o camisa 10 da seleção de Sabella fez de falta seu segundo gol no jogo. Musa, não contente, respondeu no início da 2ª etapa e empatou: 2 a 2. O placar foi decretado com o lateral argentino Rojo após cobrança de escanteio. Final: Argentina, classificada, 3. Nigéria, também classificada, 2.
No mesmo horário, os times de Bósnia e Irã disputaram um jogo na Fonte Nova que só dava chances de classificação ao segundo. Com a vitória dos bósnios, consumada com Dzeko, Pjanic e Vrsajevic, o Irã, que descontou com Reza, foi eliminado da Copa e volta para casa mais cedo.
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